LIBERDADE COMO PRÁTICA EMANCIPATÓRIA

Admin 15/08/2013 0
LIBERDADE COMO PRÁTICA EMANCIPATÓRIA

No Brasil conforme Lei Complementar 416 aprovada pela Câmara de Deputados no último dia 06 de junho estima que o número de cidades que podem surgir com a regulamentação, varia entre 150 e 410 em todo o país – hoje o Brasil tem 5.570 cidades.

 O que seria mesmo aproveitar a liberdade em tempos de emancipação?.

Quero aqui contar que testemunhei senhoras e senhores nos passeios de suas casas sentindo à brisa dos finais de tarde, suavizando as conversas do dia-a-dia.

Soube que asas foram abertas para a arte de: Gonzaga, Dominguinhos, Sivuca, Caetano, Vinícius, Gil, Jobim, Raul, Caymmi. O que estamos fazendo com a liberdade de expressão que estes artistas nos proporcionaram?

Conta-se que a partir dos 16 anos jovens já podem ouvir os sons de escolhas eleitorais saindo das cabines. O que eles estão escolhendo mesmo?

Tais colocações certamente trazem à tona experiências que dão conta de momentos distintos em que a liberdade se fez presente através da arte, do exercício do voto e dos encontros sociais.

Cabe-nos, entanto, muito mais enquanto agentes de cidadania. Ou seja, é necessário a potencialização deste estado de auto-domínio,  de valorização de atores do passado, de aguçado sentimento de pertença aos territórios conquistados, de práticas solidárias, de ser virtuoso consigo e com os outros.

Enfim, entre tantas outras observações é de suma importância que sejamos sim, respeitosos nos diversos procedimentos pela vida, e que não nos esqueçamos que já somos emancipados para inúmeros atos. Sendo assim a proatividade não precisa utilizar-se ao todo tempo de autorização dos governos para nada.

Que sejamos livres não apenas na teoria emancipatória.

Que sejamos livres efetivamente em atos de liberdade.

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